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Revista do Laboratório Oswaldo Cruz de São José dos Campos. Medicina, Biologia, Biotecnologia, Hormônio, Exames, Sistemas de gestão, Certificados ISO, biografia, convênios, parcerias, qualidade.
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Terça-feira, Agosto 01, 2006
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Agora, índice HOMA é liberado junto à dosagem de insulina e glicose


Por Marco Bonito

Mais uma vez o Laboratório Oswaldo Cruz de São José dos Campos dá um passo à frente na prestação de serviços ligados à saúde; agora liberaremos o índice HOMA IR (grau de resistência à insulina), juntamente com a dosagem de insulina e glicose, sem a necessidade de solicitação por parte do médico.

O nosso Laboratório se iguala aos melhores laboratórios do país, a oferecer esta vantagem, sem acréscimo ao paciente ou ao convênio. Este índice (homeostasis model assessment) ajuda a avaliação de pacientes diabéticos, obesos e na classificação da síndrome metabólica, seu uso é necessário e já se torna uma tendência por parte dos médicos.

Há estudos indicando que a diminuição da resistência à insulina atenua a resposta ao tratamento antiviral em pacientes com hepatite C. Desta forma, é possível que o tratamento, nestes pacientes, possa ser melhorado com medicação que diminua a resistência a ela.



Publicado pelo Depto. de Comunicação & Internet em 8/1/2006 11:11:05 AM
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Sexta-feira, Julho 07, 2006
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Parceiro é referência nacional para Testes do Pezinho


Por Marco Bonito

Segundo a Revista "Pais & Filhos" o Laboratório CTN Diagnósticos, nosso parceiro para testes do pezinho, é uma referência nacional quando o assunto é triagem neonatal. A edição de maio de 2006 trouxe uma reportagem detalhada sobre o Teste do Pezinho e o responsável técnico Dr. Eurico Camargo Neto, foi entrevistado. A reportagem mostra as diferenças entre os exames realizados pela rede pública e os da rede privada e conta com depoimentos de pais e mães. O Laboratório Oswaldo Cruz fica feliz em saber do sucesso de nosso parceiro e que oferece aos seus pacientes serviços de alta qualidade com o máximo respeito.

Visite o site da CTN: www.ctn.com.br

Publicado pelo Depto. de Comunicação & Internet em 7/7/2006 10:35:38 AM
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Segunda-feira, Junho 19, 2006
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LOC agora tem novo exame para detectar Hepatite E


Por Dra. Nádia

A Hepatite E é uma doença infecciosa aguda, de transmissão fecal-oral
( água e alimentos contaminados ), que acomete mais adolescentes e adultos jovens ( entre 15 e 40 anos ) e que tem evolução clínica semelhante à observada na Hepatite A.

Na gestação, oferece maior risco no último trimestre, podendo levar à Hepatite fulminante, com alto índice de letalidade (20%). No Brasil já há índices de ocorrência da infecção, sendo que no estado de São Paulo o índice foi de 4,9% de pacientes infectados. A Hepatite E pode ser evitada utilizando-se água clorada ou fervida, cozimento dos alimentos, higienização das mãos antes das refeições e após o uso do banheiro.

O período de incubação varia de 15 a 60 dias, quando surgem os primeiros sintomas: icterícia, mal estar, perda do apetite, febre baixa, dor abdominal, náusea, vômito e urina escura. O exame para detectar o vírus da Hepatite E já está disponível no Laboratório Oswaldo Cruz de São José dos Campos..

Publicado pelo Depto. de Comunicação & Internet em 6/19/2006 11:08:08 AM
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Terça-feira, Maio 16, 2006
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Pesquisas em animais apontam perspectiva de tratamento para a Síndrome de Down


Fonte: Informativo CTN

A síndrome de Down, uma condição que afeta aproximadamente uma em cada 700 crianças, decorre da presença de três (e não duas, como normalmente acontece) cópias do cromossomo 21 nas células (sendo por isso também denominada trissomia do cromossomo 21). Ainda não está claro porque essa alteração genética leva às características clínicas da doença, incluindo a deficiência mental. Estudos recentes realizados na prestigiada Universidade Johns Hopkins (Baltimore, Estados Unidos) e publicados na revista PNAS trazem um pouco mais de luz para a compreensão desse problema e apontam para a possibilidade de um tratamento para esta condição.

A equipe do Prof. Roger Reeves estudou uma linhagem de camundongos (chamados camundongos trissômicos Ts65Dn) que apresentam um quadro similar ao da síndrome de Down humana. Os cientistas verificaram que algumas células precursoras do tecido nervoso desses animais (denominadas GCP) estão em quantidades normais ao nascimento mas parecem não responder ao estímulo de uma proteína importante para o desenvolvimento do cérebro (chamada ¿Sonic hedgehog¿, ou simplesmente ¿Shh¿) e não apresentam o padrão de divisão celular e multiplicação observado nos camundongos normais. Após alguns dias de vida, o número de células GCP numa parte de cérebro chamada ¿cerebelo¿ é bem menor nos camundongos com a trissomia do que nos camundongos normais. Surpreendentemente, as células GCP dos camundongos trissômicos responderam positivamente quando estimuladas com altas concentrações de uma molécula (chamada SAG 1.1) que estimula a divisão e o desenvolvimento celular. A quantidade de células GCP nos camundongos trissômicos tratados desde o nascimento com altas concentrações de SAG 1.1 apresenta os mesmos níveis observados nos camundongos normais, ao contrário do observado em camundongos trissômicos não tratados.

Embora ainda sejam necessários estudos adicionais para determinar se essa normalização tem impacto positivo nas manifestações neurológicas da trissomia, e se o que ocorre em camundongos também pode ocorrer em humanos, estes resultados preliminares apontam para a possibilidade de um tratamento para os recém-nascidos com síndrome de Down, desde que diagnosticados e tratados precocemente. Lembramos que a síndrome de Down pode ser suspeitada no período pré-natal pelo teste do risco fetal e diagnosticada com precisão através do cariótipo realizado em vilosidades coriônicas ou nas células do líquido amniótico. Após o nascimento, o diagnóstico pode ser feito rapidamente através do cariótipo em uma amostra de sangue. Todos esses métodos de detecção são oferecidos pelo CTN Diagnósticos.

O Laboratório Oswaldo Cruz, de São José dos Campos, através do CTN Diagnósticos oferece todos os métodos de detecção para este exame, entre em contato conosco (12) 3922 3711 ou web@oswaldocruz.com.

Publicado pelo Depto. de Comunicação & Internet em 5/16/2006 12:24:37 PM
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Quarta-feira, Abril 26, 2006
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PRP é ciência e tecnologia para implantes dentários


Por Marco Bonito

O Laboratório Oswaldo Cruz de São José dos Campos (LOC), em parceria com a faculdade de odontologia da UNESP-SJC, oferece a dentistas de toda a região a possibilidade de se trabalhar com Plasma Rico em Plaquetas (PRP), que se trata de um processo de reparação dos enxertos ósseos.
Desde 1991, quando Lynch descobriu e comprovou a eficiência do PRP, busca-se alternativas para que os custos do processo sejam mais acessíveis, uma vez que os equipamentos recentemente lançados no mercado tornam a relação custo/benefício quase impraticável.
O processo de reparação dos enxertos ósseos depende de vários fatores, a saber: qualidade do tecido doado, vascularização da área receptora, imobilização do enxerto e eficiência dos mecanismos de reparo. Dentre estes fatores, a eficiência dos mecanismos de reparo independe da técnica cirúrgica ou das condições cirúrgicas locais sendo inteiramente dependentes do paciente.
Na década de 80 muitos fatores de crescimento foram identificados, isolados, e testados quanto a sua capacidade de iniciar o crescimento ósseo. Estes agem nas células osteoprogenitoras diferenciando-as e auxiliando o trabalho das células presentes no osso pré-existente. Desta forma, nos defeitos ósseos maiores onde as células ósseas remanescentes não são suficientes para induzir o reparo, os fatores de crescimento desempenham um papel fundamental. Dentre as suas vantagens destacamos a aceleração do processo de cicatrização, a segurança biológica em cirurgias e o auxílio às células ósseas no reparo de lesões.
O LOC realiza os exames necessários e trabalha o plasma em tempo real, durante a cirurgia, maiores informações podem ser obtidas na recepção do laboratório.

Publicado pelo Depto. de Comunicação & Internet em 4/26/2006 12:04:29 PM
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Terça-feira, Abril 25, 2006
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LOC disponibiliza novo exame para HIV



Por Marco Bonito

Créditos: Marco BonitoO LOC passou a utilizar o HIV DUO ULTRA, um novo teste para exame de HIV1 e HIV2, de 4ª geração avançada, ou seja, detecta tanto o Antígeno p24 do HIV1 quanto os Anticorpos anti HIV1 e HIV2. Liberando seus resultados separadamente, permite reduzir o intervalo de tempo entre a contaminação e o diagnóstico da infecção, pois reduz a janela sorológica, período entre a contaminação e o aparecimento dos primeiros anticorpos, ajudando na escolha dos métodos complementares confirmatórios.

Para outras informações sobre este exame favor entrar em contato com o Laboratório Oswaldo Cruz de São José dos Campos através do link:

http://www.oswaldocruz.com/contatos/index_contatos.htm

Publicado pelo Depto. de Comunicação & Internet em 4/25/2006 12:29:31 PM
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Quinta-feira, Novembro 03, 2005
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Será menino ou menina?





Informações retiradas e produzidas pelo site parceiro CTN

divulgaçãoO CTN Diagnósticos coloca à disposição de seus parceiros mais uma novidade em Biologia Molecular. Hoje é possível saber o sexo do bebê já na oitava semana de gravidez, sem trazer nenhum risco para feto. O teste de Sexagem Fetal é realizado através de uma amostra de sangue colhida da mãe, onde é possível analisar o DNA do feto e informar o sexo do bebê.

A determinação do sexo fetal é realizada através de uma técnica de biologia molecular que permite identificar o sexo do bebê analisando uma simples amostra de sangue da mãe. Como há células fetais circulando no sangue materno, o exame é baseado na identificação de seqüências de DNA do cromossomo Y, do feto, no sangue da mãe. A presença destas indica gestação de um menino, pois apenas homens possuem este cromossomo. A ausência por sua vez indica a gestação de uma menina. O teste pode ser realizado com qualquer idade gestacional, mas está indicado a partir da 8ª semana de gravidez. A partir desse período, a quantidade de DNA fetal circulando no sangue materno é suficiente para conferir 99% de acerto no resultado.

Como o exame é uma novidade, algumas dúvidas sobre o seu funcionamento podem ocorrer. Um questionário com as questões mais freqüentes está disponível abaixo. Outras informações podem ser obtidas através de nossa Assessoria Científica ou Central de atendimento.

O Laboratório se orgulha de oferecer a seus parceiros, clientes e credenciados novidades da medicina laboratorial sempre aliadas à tradicional qualidade do CTN Diagnósticos. Outras informações podem ser obtidas através de nossa Assessoria Científica ou Central de Atendimento.



Principais dúvidas sobre Sexagem Fetal


O que é e para que serve o exame de sexagem fetal?É uma técnica de biologia molecular que permite detectar o sexo do bebê através de uma simples amostra de sangue da mãe. Como há células fetais circulando no sangue materno, o exame é baseado na identificação de partes do cromossomo Y do feto no sangue da mãe. A presença destas partes indica gestação de um menino, pois apenas homens possuem este cromossomo. A ausência por sua vez indica a gestação de uma menina.


Quem está apta a fazer o exame?
Todas as gestantes podem fazer o exame. Uma vez que o teste não detecta a gravidez, mulheres não gravidas terão indicação de gestação de uma menina, pois não possuirá DNA masculino em seu sangue.


Existe limites na idade gestacional para a realização do exame?
O teste pode ser realizado com qualquer idade gestacional, mas está indicado a partir da 8ª semana de gravidez. A partir desse período, a quantidade de DNA fetal circulando no sangue materno é suficiente para conferir 99% de acerto no resultado.


Por ser baseado na presença do cromossomo y, gestações anteriores de meninos podem comprometer o resultado?
Artigos científicos relatam que o DNA fetal é excluído da circulação materna logo após o parto. Assim não existe possibilidade de interferência nos resultados.


Como funciona o teste em gravidez gemelar?
Gêmeos univitelinos compartilham o DNA e terão mesmo sexo, sendo o resultado valido para ambos. Em Gêmeos bivitelinicos, com mais de uma placenta, a presença do cromossomo Y indica que um dos bebes é do sexo masculino, não podendo determinar o sexo do outro bebê. A ausência de DNA masculino indica gravidez de duas meninas.


Qual o prazo de entrega dos resultados?
O resultado é liberado 8 dias úteis após a entrada do material no Laboratório.


Há chances de resultado inconclusivo?
Aproximadamente 5% dos casos tem resultado inconclusivo, principalmente em idade gestacional inferior a 7 semanas. Nestes casos é solicitada recoleta posterior.


O teste pode indicar alguma anomalia com o feto?
O formato em que o teste é oferecido permite apenas a determinação do sexo fetal. Para o diagnostico precoce de anomalias, outros exames são necessários.


O teste pode estar errado?
Todo exame laboratorial tem uma chance de estar errado, pois a biologia não é uma ciência exata. A experiência com este teste ainda é pequena, mas a tabela do termo de consentimento mostra o índice de acerto do teste, aferido na prática, e ele não é de 100%.

Publicado pelo Depto. de Comunicação & Internet em 11/3/2005 12:06:04 PM
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Quinta-feira, Agosto 25, 2005
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A importância da hemoglobina glicada no controle glicêmico em diabetes



Por Dra. Nádia Santos Beltrame Sawaya de Lima

divulgaçãoA hemoglobina glicada deve ser medida rotineiramente em todos os pacientes com diabetes mellitus para documentar o grau de controle glicêmico.As metas de tratamento devem ser baseadas em resultados de estudos clínicos prospectivos e randomizados,tais como o DCCT (Diabetes Control and Complications Trial-1993)e o UKPDS United Kingdom Prospective Diabetes Study-1998).Esses estudos mostraram uma correlação entre o controle glicêmico,quantificado por determinações seriadas de A1c,e os riscos de desenvolvimento e progressão das complicações crônicas do diabetes.

Os testes de A1c devem ser realizados pelo menos duas vezes ao ano para todos os pacientes diabéticos e quatro vezes por ano(a cada 3 meses) para pacientes que se submeterem a alterações do esquema terapêutico ou que não estejam atingindo os objetivos recomendados com o tratamento vigente.

CORRELAÇAO ENTRE OS NIVEIS DE A1c E OS NIVEIS MEDIOS DE GLICOSE PLASMATICA DE JEJUM E POS PRANDIAL

AC ¿ Glicemia correspondente ao nível da média de 24 horas

> 8 ------ Ação sugerida ------- 205
< 7 ------ Meta para tratamento ------ 170
< 6 ------ Nível não diabético ------ 135

Níveis de A1c acima de 7% estão associados a um risco progressivamente maior de complicações crônicas.Por isso, o conceito atual de tratamento do diabetes por objetivo define 7% como o limite superior acima do qual está indicada a revisão do esquema terapêutico em vigor.
A glicação da hemoglobina ocorre ao longo de todo o período de vida do glóbulo vermelho, que é de aproximadamente 120 dias.Porém, dentro destes 120dias, a glicemia recente é a que mais influencia o valor da A1c.

Um paciente em controle estável apresentará 50% de sua A1c formada no mês precedente ao exame, 25% no mês anterior a este e os 25% remanescentes no terceiro ou quarto meses antes do exame.A glicemia mais recente causará o maior impacto nos níveis de A1c.
Os níveis de A1c não retornam ao normal imediatamente após a normalização dos níveis de glicose sanguínea, demorando de 8 a 10 semanas, aproximadamente, para serem totalmente normalizados.

Isso significa que para a avaliação da eficácia do tratamento, os níveis de A1c deverão ser avaliados somente após um a dois meses depois do início ou da modificação da terapia.Antes disso, os níveis de A1c não refletirão o verdadeiro efeito do tratamento, o qual poderá ser verificado através da avaliação dos níveis de glicose sanguínea, a qual reage mais rapidamente ao início ou à alteração da terapia.

CRIANÇAS E ADOLESCENTES:
Aspectos que devem ser considerados:
1. Crescimento e desenvolvimento adequados;
2. Baixo risco de hipoglicemia(principalmente em crianças com menos de 8 anos de idade, quando o desenvolvimento neurológico ainda não está completo);
3. O nível de controle glicêmico na faixa pré puberal também é importante para o desenvolvimento futuro de complicações crônicas do diabetes;
4. Durante a puberdade há um aumento dos níveis de A1c.

É aconselhado que se faça de duas a quatro dosagens de A1c por ano em crianças.

IDOSOS:
Nos pacientes idosos, a A1c deve ser interpretada caso a caso;

GESTANTES:
Durante a gravidez é muito mais importante o controle rígido dos níveis de glicemias de jejum e pós prandiais do que o dos níveis de A1c.

IMPORTÂNCIA DO CONHECIMENTO DAS METODOLOGIAS DO TESTE DE A1c:
Devido à variabilidade dos métodos laboratoriais e a ampla faixa de variação de valores normais, é fundamental que o clínico tenha uma noção das metodologias empregadas, pois assim, ele poderá interpretar corretamente os resultados dos testes de A1c

Em conclusão, a A1c e a glicemia são ambas muito importantes para a avaliação do controle glicêmico e fornecem informações diferentes sobre os níveis de glicose sanguínea.Os resultados de A1c refletem a glicemia média dentro de dois ou três meses precedentes.Por outro lado, os níveis glicêmicos revelam o nível de glicose sanguínea real na data e hora específicas em que o exame for realizado.

Publicado pelo Depto. de Comunicação & Internet em 8/25/2005 12:59:06 PM
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Quarta-feira, Junho 15, 2005
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Qual o meu peso ideal?



Dr. Éder Teixeira Cardoso - Endocrinologia.

Créditos: Marco BonitoPeso ideal é aquele que propicia o máximo de saúde. O conceito atual de saúde, segundo a Organização Mundial de Saúde é "Estado de bem-estar físico, mental e social". Estes três elementos devem ser, portanto, valorizados por quem tenta definir o peso ideal de um determinado indivíduo.

Por que tenho tendência a engordar?

A grande maioria dos obesos queixa-se de que engorda com muita facilidade, mesmo comendo pouco. Inúmeros estudos clínicos investigaram esta questão, com resultados contraditórios. O que se acredita hoje é que alguns obesos engordam por comerem demais; outros porque têm um metabolismo muito "lento", que gasta pouca energia e favorece o armazenamento de gordura; e outros que, além de comerem demais têm também um metabolismo "lento". Entre os que apresentam esta tendência a engordar, uma pequena minoria apresenta uma doença hormonal (mal funcionamento da tiróide, por exemplo) que possa ser implicada como a causadora do problema. A maior parte deles engorda por uma característica do seu metabolismo que os predispõe a isso. Na verdade, sob o ponto de vista evolutivo, esta "tendência a armazenar gordura" seria mais uma qualidade do que um defeito, já que permitiria ao indivíduo sobreviver às situações de escassez de alimentos. Trata-se, na verdade, de um metabolismo extremamente eficiente, como um automóvel capaz de rodar 30 quilômetros com apenas 1 litro de gasolina. Mas, nas sociedades chamadas afluentes, caracterizadas pela abundância dos alimentos, pelo costume de associar-se comida a todos os eventos sociais e pela adoção da magreza como padrão estético, o que era vantagem transformou-se em problema.

Devo tomar remédios para emagrecer?
É sempre um tema polêmico quando se fala de emagrecimento. Por um lado existe um enorme abuso de inibidores do apetite, ansiolíticos, e hormônios tiroideanos em todo o Brasil. Por outro lado, há um grande número de obesos que precisam utilizar medicamentos para alcançarem um emagrecimento satisfatório. A indicação de qualquer remédio para um paciente obeso deve obedecer a critérios clínicos muito objetivos. Devem ser considerados os riscos e os benefícios da droga em questão, nunca esquecendo de que a própria obesidade já é, muitas vezes, uma situação de alto risco para o paciente. Se a relação risco/benefício for favorável, é válida a prescrição do remédio. Sempre deverão ser consideradas as evidências científicas de eficácia clínica do tratamento proposto.

Como fazer para não recuperar peso depois de emagrecer?

A fase de manutenção é provavelmente a mais importante de qualquer tratamento para emagrecer. Sabe-se hoje que cerca de 90% dos pacientes que conseguem um emagrecimento significativo através de um tratamento qualquer tende a recuperar o peso perdido no prazo de dois anos. É, portanto, fundamental que se enfatize a necessidade de modificação do comportamento alimentar para que se evite engordar novamente. Durante esta fase, a quantidade de calorias ingeridas durante o dia deve aumentar gradualmente, até que se atinja o ponto de equilíbrio. Caso tenha sido utilizado algum medicamento moderador do apetite, ele deve ser retirado também de forma gradual até que não seja mais necessário. As atividades físicas que tenham sido introduzidas durante o período de emagrecimento devem consolidar-se como hábitos de vida, para evitar-se uma diminuição do gasto energético.

Qual o melhor exercício para emagrecer?

Para escolher o esporte ideal para o emagrecimento, lembre-se que ele deve ajudar na queima de gordura e também na manutenção ou aumento da musculatura. O gasto metabólico de qualquer pessoa é proporcional à sua massa muscular. Se alguém emagrece perdendo músculo, vai diminuir o gasto metabólico basal e tender a recuperar a gordura que foi eliminada. Caso o esporte escolhido não preencher estas duas necessidades, uma ótima solução é associar duas atividades diferentes - uma aeróbica, com longa duração e sem muita intensidade e outra que ajude mais no desenvolvimento muscular. Seria o caso, por exemplo, da associação caminhada + musculação, ou corrida + remo. Lembre-se, principalmente, de que qualquer que seja sua escolha, ela só surtirá os efeitos desejados se for adotada como um hábito de vida. É fundamental, portanto, que você sinta prazer no que está fazendo, para que não o esporte não acabe apenas como um sacrifício temporário.

A tabela abaixo vai ajudá-lo a entender o quanto cada esporte pode ajudá-lo no gasto energético e no desenvolvimento e preservação muscular. Os valores de gasto calórico por minuto de cada atividade física são calculados para uma pessoa de 70 kg. Quem pesar mais, gasta mais. É muito grande a variação de eficácia de uma atividade física, dependendo da forma como ela é praticada. Vamos tomar o exemplo da dança. O gasto calórico pode variar de 3,5 Kcal por minuto, para alguém praticando dança de salão até 12 Kcal por minuto, quando a atividade for um número de dança coreografada muito rápida e difícil. Também o efeito sobre a massa muscular será muito maior no segundo caso. O gasto calórico da corrida também é muito relativo, oscilando entre 9,5 e 20 Kcal por minuto, dependendo da velocidade. o corredor que praticar tiros de curtas distâncias poderá ter um ganho significativo de massa muscular, enquanto nos corredores de longa distância vai predominar o gasto calórico.

É muito comum vermos o gasto calórico de cada atividade ser expresso em Kcal por hora, mas o gasto por minuto nos ajuda mais sob o aspecto prático. O judô, por exemplo, produz um gasto de cerca de 12 Kcal/min, que, convertido para hora de atividade, chegaria a 720 Kcal. Um menino que tenha se matriculado em uma turma de iniciantes pode então deduzir que em cada aula que freqüentar vai emagrecer mais do que em uma hora de natação, onde o gasto médio seria de 540 Kcal/hora. Acontece que em uma aula de judô os períodos de intervalo e orientação ocupam muito mais tempo, não permitindo que o ritmo da atividade se mantenha por 1 hora. Em alguns casos, a prática efetiva da atividade física pode ficar restrita a menos de 50% da aula, o que confunde muito a interpretação do gasto calórico horário. Observe o exemplo do golf. Se o praticante se mantivesse 1 hora inteira praticando tacadas, gastaria mais de 700 Kcal ao final de 2 horas de jogo, o que, na prática, não ocorre. O gasto costuma ficar em menos de 200 Kcal por hora.

Publicado pelo Depto. de Comunicação & Internet em 6/15/2005 10:38:29 AM
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Terça-feira, Maio 24, 2005
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Arte no desbloqueio da escrita



Por Marco Bonito

Créditos: Marco Bonito O Laboratório Oswaldo Cruz de São José dos Campos convida a todos para a palestra GRATUITA da Prof. Ms. Ana Cristina Sawaya Almeida, que irá se realizar no auditório do LOC, no dia 11 de junho, às 9h, na sede da empresa.
O objetivo é desbloquear a capacidade crítica e criativa na produção textual, bem como, estimular o gosto pela escrita em diferentes estilos. Os públicos-alvo são profissionais liberais, professores, estudantes e comunicólogos. A palestra tem duração de 3h. Leia o conteúdo e outras informações:

PALESTRA: Arte no desbloqueio da escrita

Sábado 11 de junho de 2005 ¿ 9:00 horas
Auditório do Laboratório Oswaldo Cruz
Rua Santa Clara 393 ¿ V. Adyanna
São José dos Campos

Tema: Arte no desbloqueio da Escrita

Profª Ms. Ana Cristina Cezar Sawaya Almeida

Ementa: Diagnosticar os principais agentes bloqueadores da escrita enquanto veículo de criação e expressividade. Compreender os elementos constitutivos da Arte como mediadores estéticos da escrita e resgatar o prazer de escrever e de se comunicar, como processo natural. Enfocar a escrita como forma de emancipação profissional.

Objetivo Geral: Desbloquear a capacidade crítica e criativa na produção textual, bem como, estimular o gosto pela escrita de diferentes estilos.

Conteúdo Programático:

- expressão e criatividade na escrita
- A dialética da Arte
- Diminuir a distância entre a oralidade e a escrita
- A arte e seus elementos desbloqueadores
- O agendamento
- A espontaneidade
- O texto e a expressão artística
- Leitura crítica ¿ escrita criativa
- Escrita e a Empresa


Público: Profissionais de diversas áreas, Professores, Estudantes, outros.

Duração Palestra: 03 horas



Publicado pelo Depto. de Comunicação & Internet em 5/24/2005 02:10:05 PM
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Terça-feira, Maio 03, 2005
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Sexualidade na gestação



Por Dra. Márcia Regina
Ginecologia-Obstetrícia e Terapia Sexual

Créditos: Marco Bonito A gravidez, no seu curso, exige adaptações do organismo feminino para que ocorra um desenvolvimento adequado do feto. Há modificações hormonais e emocionais intensas nesse período. Há aumento dos níveis de progesterona e prolactina, hormônios envolvidos com a manutenção da gestação e amamentação.
No primeiro trimestre da gestação, pelas adaptações hormonais é comum. A mulher se torna mais introspectiva e sua energia dirige-se, então para as modificações que estão ocorrendo em seu organismo. A progesterona ocasiona uma retenção de líquidos, moldando o corpo de forma mais arredondada, o que nem sempre é vivenciado como erótico pela mulher. A progesterona atua como um inibidor sobre a sexualidade.
A prolactina, por sua vez, também é inibidora do impulso sexual. Ela deprime as sensações, causa uma leve fadiga e reduz os níveis de testosterona, hormônio este, associado ao desejo sexual.
Porém é mais o lado emocional que influencia a sexualidade do que as modificações hormonais, já que a mesma é produto de todas nossas vivências.
A partir do segundo trimestre inicia um período mais ameno e tranqüilo. Há menos sintomas físicos, a sensibilidade mamária diminui acentuadamente, permitindo o toque sem desconforto. Há um maior aporte sanguíneo para a pelve, com a lubrificação vaginal surgindo mais rapidamente e maior capacidade de atingir o orgasmo. Devido a maior circulação periférica há maior quantidade de sangue irrigando a pele; o tato torna-se mais aguçado. Há brilho, poesia, sensualidade. É a realização da feminilidade.São comuns os aumentos do desejo e das respostas físicos nessa fase.
O exercício da sexualidade na gravidez sempre se baseou em crenças e mitos, onde a imagem da mãe está associada à pureza, devendo ser respeitada, protegida e assexuada. Isso gera uma ambigüidade de sentimentos quanto ao fato de ser mãe e ao mesmo tempo amante, de sentir desejo e ao mesmo tempo sentir medo de prejudicar o filho. Alguns homens também acabam se afastando pelo medo de ¿machucar o bebê¿, (fato que não ocorre já que o mesmo se encontra muito bem protegido dentro do útero) causando na mulher a sensação de rejeição.
Salvo em caso de contra-indicação médica, a atividade sexual pode ser exercida em qualquer fase da gestação, levando a maior intimidade e satisfação geral entre o casal. Vale lembrar que sexo é muito mais que penetração vaginal, e que carinhos e massagens mútuas também podem ser gratificantes. Ao casal cabe ter a criatividade para demonstrar afeto e compreensão, adapta-la, recria-la e aprender a lidar com as mudanças.

Publicado pelo Depto. de Comunicação & Internet em 5/3/2005 04:01:26 PM
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Quinta-feira, Novembro 04, 2004
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Menopausa não é o fim da sexualidade



Por Dra. Márcia Regina

Créditos: Marco Bonito A menopausa é definida como a última menstruação, sendo que a partir dela se encerra a capacidade de gerar filhos. Isso não significa o fim da busca de satisfações, realizações e de uma vida sexual plena e feliz.
Vivemos em uma sociedade onde há uma valorização excessiva à juventude e ao corpo atlético, e, quando não nos enquadramos nesse padrão, muitas vezes sofremos com uma baixa auto-estima com reflexos evidentes também na esfera sexual.
Ainda hoje a sexualidade é envolta em numerosos mitos e tabus, como a dessexualização do idoso. Com o passar do tempo, o ritmo da resposta é mais lento, a lubrificação vaginal tende a começar mais lentamente e ser menos intensa, porém todo o corpo responde à estimulação do toque e da carícia. Uma sexualidade não fixada apenas na genitália pode ser mais prazerosa por ser mais afetiva e intensa. O ressecamento vaginal, decorrente da diminuição dos hormônios femininos, pode ocasionar dor na relação sexual, porém isso pode ser corrigido com a orientação do seu ginecologista.
A resposta sexual com o passar do tempo pode até mudar para melhor, devido `maior experiência de vida que a maturidade confere. Sexo é todo corpo e lugar e não apenas a última coisa que se faz, rapidamente, após um dia exaustivo de trabalho, num quarto de dormir. Quanto mais se usa a sexualidade, mais ela se desenvolve.
A sensualidade da mulher não reside na sua aparência física ou no nível de seus hormônios circulantes e sim na sua capacidade de tornar-se interessante e desejável aos olhos do companheiro. Os melhores afrodisíacos ainda são um corpo vigoroso, personalidade jovial e o amor.

Publicado pelo Depto. de Comunicação & Internet em 11/4/2004 01:16:21 PM
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Quinta-feira, Outubro 28, 2004
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A mais moderna técnica de investigação da cavidade uterina


Por Dra. Maia Goretti Teixeira Fonseca Leão

Crédito: Paulo SawayaA histeroscopia é uma técnica direta do canal cervical e cavidade uterina que permite o diagnóstico e o tratamento das doenças aí localizadas.
Na maior parte dos casos, é feita de modo inócuo, não necessitando de prepraro prévio, nem de sedação. Costuma-se indicar apenas o uso prévio de antiinflamatórios, que reduzem a sensação de cólica que algumas pacientes podem apresentar.
Em geral, a histeroscopia deve ser realizada entre o 6º e o 14º. Dia do ciclo quando o istmo está hipotômico e o endométrio, mais baixo, diminuindo a possibilidade de sangramento. Porém, pode ser realizado em qualquer época, quando a mulher está usando anovulatórios ou na mulher menopausada.

Quais são as vantagens?

É um exame ambulatorial que não necessita de preparo prévio e apresenta boa reprodutividade, geralmente é inócuo.

Complicações

A manipulação do útero pode provocar cólica, suportável a 95% das pacientes. A possibilidade de perfuração uterina é bastante rara, sendo um a cada dois mil exames.

Indicações

Sangramento Uterino Anormal, na pré e na pós-menopausa, com ou sem terapia de reposição hormonal (TRH)
Esterilidade e Infertilidade
Diagnóstico e seguimento de hiperplasia
Diagnósticos de Ca de endométrio
Diagnóstico de Ca de endocpervice
Localização de corpos estranhos
Diagnósticos de restos placentários
Diagnósticos e seguimento de doença trofoblática
Diagnóstico diferencial de patologia intracavitária apontada por qualquer outra técnica.

Publicado pelo Depto. de Comunicação & Internet em 10/28/2004 11:23:55 AM
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Quarta-feira, Outubro 20, 2004
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Câncer de mama auto-exame previne



Por Dr.Helder Parizi

Crédito: Paulo José Atualmente o câncer de mama é um grave problema de saúde pública em todo o mundo. Ele é responsável por um número significativo de óbitos entre as mulheres adultas, sua incidência vem aumentando nos últimos anos, por isso, é muito importante estar em dia com o seu exame ginecológico principalmente próximo e após a menopausa ou caso exista histórico familiar.
O grupo de risco maior inclui geralmente mulheres brancas que não tiveram filhos ou com pequeno número de gestações, primeira menstruação muito cedo, menopausa tardia, histórico de câncer de mama anterior e obesas.
O Exame mais importante para detecção precoce do câncer de mama é a mamografia. Toda mulher pode e deve realizar periodicamente exames, começando com a idade entre 35 e 40 anos e a partir daí anualmente.
Você mesmo pode se cuidar realizando o auto-exame mensalmente, após a menstruação, qualquer dúvida ou suspeita procure um ginecologista.

Publicado pelo Depto. de Comunicação & Internet em 10/20/2004 01:44:18 PM
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Terça-feira, Outubro 05, 2004
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Considerações gerais sobre seus primeiros dias de vida



Por Dra. Vera Regina Krug

Entende-se como recém-nascido normal, o bebê de zero a 28 dias de vida, nascido em média, com 39 a 40 semanas de gestação, pesando entre três e 3,5 kg, medindo cerca de 50 cm de comprimento e com perímetro cefálico de 35 cm.

1. Índice de APGAR

Cabe ao pediatra receber o recém-nascido em sala de parto.
Este é um direito garantido por lei ao bebê.
Diante das condições gerais do nascimento (seja ele por cesárea ou parto normal) lhe é conferido um índice, conhecido popularmente como ¿a nota do bebê¿.
Este índice é resultado da avaliação da freqüência cardíaca, do esforço respiratório, do tono muscular, da irritabilidade reflexa e da cor da pele. Estes parâmetros são verificados no 1° minuto de vida, no 5° minuto e, em algumas situações, também no 10° minuto.
Todo recém-nascido normal tem um índice de APGAR entre 7 a 10, no quinto minuto de vida, indicando uma boa vitalidade.


2. Peso:

Todo bebê normal perde até 10% de seu peso até o 5° dia de vida.
Recupera o peso do nascimento em torno do 10° dia, se sua alimentação estiver adequada. Por esta razão, a avaliação em consultório após a alta hospitalar (que ocorre em média 48 h após o nascimento) é muito importante. Esta avaliação deve acontecer entre o 10° e 12° dias de vida.

3. Aspecto e Cor da Pele:

Todo recém nascido normal é rosado. Eventualmente pode ficar com as unhas dos pés e das mãos levemente arroxeados se o bebê sentir frio.
Ao contrário do que se pensa, o soluço não indica que o bebê esteja passando frio. Significa que o bebê não arrotou o suficiente e que houve retenção de ar em seu estômago. Nestes casos basta colocar o bebê para sugar o seio novamente e tentar fazê-lo arrotar para que o soluço não se repita.
A maioria dos recém-nascidos apresenta espirros e isto também não indica que o bebê esteja sentindo frio nem que esteja resfriado.
Grande número de recém-nascidos pode apresentar pequenas manchas avermelhadas no rosto e no corpo após as primeiras 24 h de vida, caracterizando o que se conhece como Eritema Tóxico. Não é doença nem alergia e não requer medicação.
Bebês normais não ficam ¿amarelos¿ nas primeiras 24 h de vida. A cor amarela do RN chama-se Icterícia neonatal. A icterícia fisiológica (ou normal) aparece em alguns RN a partir do 2° ou 3° dias de vida, dura em torno de uma semana (às vezes um pouco mais) e não melhora com chá ou banhos de picão. A única maneira de se acelerar o desaparecimento da icterícia fisiológica, é o banho de sol.
A maioria dos bebês praticamente ¿troca¿ a pele de todo o corpo na segunda semana de vida. Isto é normal e não requer aplicação de cremes ou pomadas.
Lembrar sempre que a pele é o maior órgão do corpo humano e quanto menor a quantidade de substâncias que nela se aplicar será melhor. Tudo o que se aplica na pele se absorve em maior ou menor grau e poderá ser fonte de alergia futura.

4. Olhos e Visão:

A cor dos olhos só se define no 6° mês de vida, exceto os olhos muito claros, cuja cor já está definida desde o nascimento.
A visão do RN é precária ¿ o bebê reage à luz e consegue ver vultos. Identifica, principalmente a mãe, pelo cheiro e pela voz. À medida que cresce sua visão melhora gradativamente, fixando o olhar, inicialmente, no rosto humano.
Com um mês de vida, é capaz de fixar o olhar em objetos brilhantes e de segui-los por curto espaço de tempo. Aos dois meses, segue com os olhos, os objetos que lhe são colocados próximos à linha média de visão. Nesta ocasião apresenta o ¿sorriso social¿, ou seja, aquele que se apresenta como resposta.

5. Mamas:

Em ambos os sexos as mamas podem ficar ingurgitadas (inchadas e às vezes um pouco avermelhadas). Pode haver presença de colostro nestas mamas, o que se conhece como ¿leite de bruxas¿. Desaconselha-se espremer a mama, pelo risco de infecção.

6. Abdome e Cordão Umbilical:

Geralmente globoso, porque a musculatura abdominal é fraca. Parece ¿barriga de sapo¿, principalmente quando o bebê começa a engordar.
O cordão umbilical cai por volta do 10° dia de vida. Deve ser higienizado com álcool 70%, fazendo-se uma leve tração para que se possa limpar a base de inserção. Este procedimento evita sangramento futuro.
Algumas vezes pode haver hérnia umbilical, ou seja, protrusão da cicatriz umbilical. A hérnia umbilical não requer tratamento imediato, à diferença da hérnia inguinal (aquela que se apresenta na região das virilhas), que requer tratamento cirúrgico.
Para a hérnia umbilical desaconselha-se o uso de faixas, moedas ou esparadrapo que só irritam a pele.

7. Genitais:

No sexo masculino a fimose é normal (dificuldade para puxar o prepúcio e deixar a glande exposta). Só haverá necessidade de cirurgia se houver dificuldade na micção, o que é raro. Atualmente não se aconselha tracionar o prepúcio com o intuito de se resolver a fimose.
Nas meninas, pode haver eliminação de secreção vaginal de aspecto gelatinoso e transparente ou mesmo perda de sangue pela vagina ¿ é a falsa menstruação. Em ambos os casos os fenômenos são transitórios e normais.

8. Eliminações Fisiológicas:

O RN normal elimina mecônio (fezes de cor verde petróleo e pegajosas) e urina nas primeiras 24 horas de vida. A maioria urina ao nascer.
A eliminação de mecônio pode durar 3 ou 4 dias.
Uma vez estabelecida a amamentação exclusiva, as fezes passam a ser amarelas como gema de ovo, grumosas, líquidas, podendo ser explosivas ou espumosas. Isto não é diarréia. No primeiro mês, o bebê evacua praticamente depois de todas as mamadas (cerca de oito vezes por dia). Por esta razão recomenda-se proteger a área de fraldas com creme, evitando assaduras e irritações da pele.
Nos primeiros dias de vida alguns bebês podem ter urina vermelha ou alaranjada. Isto não é sangue e se deve à precipitação de cristais de ácido úrico. Se houver dúvida, basta molhar a fralda em água. Se a mancha desaparecer, está descartada a possibilidade de ser sangue.

Observação importante:

Recém-nascidos devem alimentar-se exclusivamente com leite materno. Não está indicado administrar água ou chá.
Nesta situação, seu estado nutricional e de hidratação está garantido apenas pelo leite materno que o bebê recebe.
Se o volume de leite materno que está sendo oferecido para o bebê está suprindo todas as suas necessidades nutricionais e de hidratação, este bebê vai urinar com freqüência e vai eliminar fezes toda vez que ele mamar.
Portanto:
Orientar-se pela eliminação de urina e fezes no recém-nascido é uma boa prática para se ter certeza de que o bebê está bem alimentado.


Publicado pelo Depto. de Comunicação & Internet em 10/5/2004 01:46:21 PM
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